"O aborrecimento, esse triste tirano de todas as almas que pensam, contra o qual a sabedoria pode menos do que a loucura " George Buffon
31 de maio de 2006
Instante
Tu nunca me mataste os sonhos
Porque nunca me prometeste nada
Tu não me fizeste sonhar
Porque não precisavas
Tu provaste-me que a vida é o instante
De que guardas o segredo na palma da mão
Tu foste o agora que não se antecipa nem morre.
Agradecimentos à Sónia Branco
Porque nunca me prometeste nada
Tu não me fizeste sonhar
Porque não precisavas
Tu provaste-me que a vida é o instante
De que guardas o segredo na palma da mão
Tu foste o agora que não se antecipa nem morre.
Agradecimentos à Sónia Branco
Decisões
"A nossa vida, como repertório de possibilidades, é magnífica, exuberante, superior a todas as históricamente conhecidas. Mas assim como o seu formato é maior, transbordou todos os caminhos, princípios, normas e ideais legados pela tradição. É mais vida que todas as vidas, e por isso mesmo mais problemática. Não pode orientar-se no pretérito. Tem de inventar o seu próprio destino.
Mas agora é preciso completar o diagnóstico. A vida, que é, antes de tudo, o que podemos ser, vida possível, é também, e por isso mesmo, decidir entre as possibilidades o que em efeito vamos ser. Circunstâncias e decisão são os dois elementos radicais de que se compõe a vida. A circunstância – as possibilidades – é o que da nossa vida nos é dado e imposto. Isso constitui o que chamamos o mundo. A vida não elege o seu mundo, mas viver é encontrar-se, imediatamente, em um mundo determinado e insubstituível: neste de agora. O nosso mundo é a dimensão de fatalidade que integra a nossa vida.
Mas esta fatalidade vital não se parece à mecânica. Não somos arremessados para a existência como a bala de um fuzil, cuja trajectória está absolutamente pré-determinada. A fatalidade em que caímos ao cair neste mundo – o mundo é sempre este, este de agora – consiste em todo o contrário. Em vez de impor-nos uma trajetória, impõe-nos várias e, consequentemente, força-nos... a eleger. Surpreendente condição a da nossa vida! Viver é sentir-se fatalmente forçado a exercitar a liberdade, a decidir o que vamos ser neste mundo. Nem mum só instante se deixa descansar a nossa actividade de decisão. Inclusivé quando desesperados nos abandonamos ao que queira vir, decidimos não decidir.
É, pois, falso dizer que na vida «decidem as circunstâncias». Pelo contrário: as circunstâncias são o dilema, sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter."
Ortega y Gasset, in 'A Rebelião das Massas'
Mas agora é preciso completar o diagnóstico. A vida, que é, antes de tudo, o que podemos ser, vida possível, é também, e por isso mesmo, decidir entre as possibilidades o que em efeito vamos ser. Circunstâncias e decisão são os dois elementos radicais de que se compõe a vida. A circunstância – as possibilidades – é o que da nossa vida nos é dado e imposto. Isso constitui o que chamamos o mundo. A vida não elege o seu mundo, mas viver é encontrar-se, imediatamente, em um mundo determinado e insubstituível: neste de agora. O nosso mundo é a dimensão de fatalidade que integra a nossa vida.
Mas esta fatalidade vital não se parece à mecânica. Não somos arremessados para a existência como a bala de um fuzil, cuja trajectória está absolutamente pré-determinada. A fatalidade em que caímos ao cair neste mundo – o mundo é sempre este, este de agora – consiste em todo o contrário. Em vez de impor-nos uma trajetória, impõe-nos várias e, consequentemente, força-nos... a eleger. Surpreendente condição a da nossa vida! Viver é sentir-se fatalmente forçado a exercitar a liberdade, a decidir o que vamos ser neste mundo. Nem mum só instante se deixa descansar a nossa actividade de decisão. Inclusivé quando desesperados nos abandonamos ao que queira vir, decidimos não decidir.
É, pois, falso dizer que na vida «decidem as circunstâncias». Pelo contrário: as circunstâncias são o dilema, sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter."
Ortega y Gasset, in 'A Rebelião das Massas'
30 de maio de 2006
Às vezes ...
Penso se vale a pena ser tão verdadeira com alguém... Tanta sinceridade valeu-me pontapés no cú e mais umas quantas coisas não muito bonitas de dizer! Realmente acho que tens razão... quanto menos eu falar melhor é... Mistério!
29 de maio de 2006
Óh Bronca!
A mesmo coisa que eu penso acerca de ti é a mesma coisa que o meu irmão pensa... Falsa!Escusas de meter mais veneno porque aqui já não nos afecta!
28 de maio de 2006
27 de maio de 2006
Não sei...
... Como ainda há gente que consegue andar de cabeça erguida na rua! Depois daquilo que fazem... É preciso ser muito hipocrita e cinico(a) para conseguires manter-te no pedestal!
26 de maio de 2006
Tempo!
Nada mais como o último dia de trabalho antes de umas pequenitas férias para ir ver como vai estar o tempo por estes lados... Ora bem:
Hoje Máx:30 Min: 19
Sábado Máx:31 Min: 19
Domingo Máx:31 Min: 18
E lá vou eu inaugurar a minha época balnear!
Hoje Máx:30 Min: 19
Sábado Máx:31 Min: 19
Domingo Máx:31 Min: 18
E lá vou eu inaugurar a minha época balnear!
25 de maio de 2006
...
You take a while to fall in love with someone. Trust takes time.
You give and take equally in relationships.
You need your space and privacy. You don't like to be smothered.
You give and take equally in relationships.
You need your space and privacy. You don't like to be smothered.
You love your partner unconditionally and don't try to make them change.
You stay in love for a long time, even if you aren't loved back. When you fall, you fall hard.
You stay in love for a long time, even if you aren't loved back. When you fall, you fall hard.
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